José Laércio do Egito

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INDÍCIOS DE ADAPTAÇÃO GENÉTICA DA ESPÉCIE HUMANA PDF Imprimir E-mail
Hermetismo
Escrito por JOSÉ LAÉRCIO DO EGITO   
Dom, 20 de Setembro de 2009 08:56
INDÍCIOS DE ADAPTAÇÃO GENÉTICA DA ESPÉCIE HUMANA

“QUANTO MAIS VOCE RACIONALIZA,
MENOS VOCE CRIA


RAYMOND CHANDLER

 

2 0 0 9 – 3 3 6 3

T E M A  2. 0 0 7

DNA 

Sempre houve suspeita de que a espécie humana seria fruto de uma ingerência alienígena. Tanto pensadores independentes, quanto algumas doutrinas, afirmam isso, especialmente as védicas. Elas chegam a afirmar que no passado remoto houve guerras entre grupos alienígenas tendo como objetivo interesses envolvendo a terra.

 Quando se indaga sobre os beligerantes, em especial sobre a origem deles, não se obtém resposta exata, sempre paira uma interrogação. Há quem afirme que eram da própria terra, outros que eram interplanetários. O que diz o Hermetismo com base em registros já presentes na Egito Antigo? O que dizem alguns documentos de propriedade de algumas sociedades secretas, e em especial os deixados pelos Sacerdotes do Olho de Horus? Segundo eles, em muitas ocasiões a terra foi visitada por alienígenas carnais oriundos de outros planetas, como também não carnais, habitantes de nível não biológico ligado à própria terra.P> Embora documentos bíblicos e cabalísticos afirmem que houve ingerências, como é afirmado: “Os filhos dos deuses acasalaram com as filhas dos homens e tiveram filhos...” Sobre isso alguns documentos dizem que eles era m seres oriundos das estrelas, outros que eram de civilizações desenvolvidas da própria terra, e outros que eram seres divinos de um nível incomum.

Segundo alguns, o ser humano não deve se considerar “imagem e semelhança de Deus” e nem ao menos um ser criado diretamente por Ele, a não ser que Deus seja entendido como um aspecto dos próprios humanos.

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DEUSES E EGRÉGORAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por José Laércio do Egito   
Sex, 10 de Setembro de 2010 02:37

DEUSES E EGRÉGORAS 

 

“O RIO FORMA-SE GOTA À GOTA” - PROVÉRBIO POPULAR

 José Laércio do Egito

 

 

2 0 0 3 -  3 3 5 6

T E M A  1. 4 1 9 

Homem Alado
 

 

    É incontável e número de deuses que já foram adotados no mundo nas distintas civilizações e pelos povos de toda história humana. Mesmo assim, nenhum deles resistiu à inclemência do fluir do tempo. Nenhum dos deuses resistiu ao tempo, poucos foram cultuados por milênios, e se pode dizer que a maior parte deles teve vida efêmera.

    Todos os dias se criam deuses e todos os dias deuses caem no esquecimento. Muitos deles existiram somente durante o tempo em que floresceu uma determinada civilização. Assim desapareceram todos os deuses da Lemúria, da Atlântida, da Antiga Grécia, do Egito, dos Sumérios, dos Persas, dos Romanos, e assim por diante. Nenhum deles resistiu ao declínio da civilização que o cultuava, assim como nenhum dos deuses das religiões atuais sobreviverá. Por certo isto se repetirá no tocante ao deus dos católicos, dos evangélicos, dos mulçumanos e das múltiplas seitas indianos e orientais. Nenhum deles conseguirá esquivar do implacável tempo cronológico. 

    Luminares como Jesus, Buda,e outros jamais descreveu algum Deus. Jesus se referia ao Pai, mas sem descrevê-lo. Dessa forma Ele apenas citava um Poder Superior sem atribuir-lhe formas ou qualidades. Quando muito Jesus disse: Bom é o Pai.  O deus das religiões cristãs foram elaborado paralelamente ao desenvolvimento do Cristianismo, mas não com base em alguma descrição feita por Jesus. O Budismo é considerado uma religião que não cita nenhuma forma de Deus, pois Buda sentiu a inexistência de qualquer deus aos moldes do que as religiões descrevem.  

    Indaga-se então se os deuses que existiram na trajetória da epopéia humana desapareceram por serem falsos deuses. Seria uma incongruência se admitir que desde quando o homem habita na terra somente agora o verdadeiro Deus houvesse se manifestado. Se todos os povos que nos antecederam viveram no engano e que somente neste período é que Ele se deixou conhecer.

    Mesmo assim, havemos de convir que nenhum Deus citado pelas religiões é único, mesmo na época atual. Evidentemente  o número de deuses ainda é imenso, uns representativos das grandes sociedades e outros das minorias étnicas. O curioso é que o quadro não mudou desde milênios, ainda agora existe um imenso panteão de deuses e o homem continua admitindo que somente aquele a que a sua religião aponta por ser aceito como verdadeiro.

    Na verdade a inefabilidade de Deus justifica a afirmativa de que nenhum dos deuses do passado, do presente e mesmo do futuro seja real. Os deuses preconizados pelas religiões atuais são tão efêmeros quantos aqueles que predominaram no passado. Todos desapareceram assim como todos os atuais desaparecerão sob a névoa do tempo.

    Falar da efemeridade de Deus é um sacrilégio para a quase totalidade das pessoas. Muitas pessoas estão certas de que o seu deus pessoal é o verdadeiro porque ele age. Os que pensam assim é porque desconhecem a natureza das coisas em geral e do universo em particular.[1] 

    Seja qual for a filosofia, doutrina, religião, em que a mente esteja envolvida, por certo se estabelecem registros que se agrupam formando um egrégora e como tal ele passa a agir como se fosse algo real e objetivo. Assim, por meio da atividade mental, os grupamentos humanos elaboraram um enorme panteão de deuses. O deus das religiões cristãs não existe como realidade fora do nível de egrégora. Veja-se porém que a condição de egrégora não é indicativa de se tratar de uma mera idealização. Na verdade, um egrégora, mesmo não se tratando de um ser existencialmente vivo, ainda assim ele não deixa de ser algo atuante. Independentemente de não ser um ser vivo, um egrégora age como se o fosse, pois mesmo na condição de mero registro ao ser acessado pela mente através desta ele se torna um elemento ativo. Atua como um programa de informática que mesmo não sendo um ser  vivo, ainda assim, ele pode comandar e exercer as mais diversas com toda precisão, até mesmo mais eficientemente que um ser “vivo” pode fazê-lo.

    Consoante essas considerações podemos dizer que a totalidade dos deuses cultuados por todas as religiões na verdade não foram mais que egrégoras, formas criadas pela mente nos distintos grupamentos humanos. Um egrégora quando deixa de ser “alimentado” ele deixa de atuar. Ele só atua através da mente das pessoas, e quando estas não se fazem mais presentes o egrégora. Por se tratar de um registro e não de um ser, um egrégora nunca se extingue, mas na maioria das vezes pode deixar de agir.

    Os deuses, como egrégoras, começaram a existir desde que a mente dos distintos povos os elaborou, mas em se tratando de uma expressão de registro jamais serão extintos. Muitos chegaram a ser poderosíssimos, mas tão logo a sociedade que o alimentava se extinguiu então  o egrégora do deus que as pessoas cultivavam deixou de ser acessado e em sentido prático eles desapareceram com forma ativas atuantes. Em outras palavras o “deus egrégora” se torna esquecido por parte da humanidade na medida em que as pessoas esquecem aquele deus. Concomitantemente outros são cridos.

    Enquanto um povo cultua um deus, ele na realidade está fortalecendo um egrégora que agirá sempre que for acessado. O egrégora retrata  tudo o que houver nele sido registrado, conterá tudo aquilo com que foi “alimentado”. Por exemplo, na civilização grega antiga, Zeus nunca existiu como um ser real, mas sim como um egrégora poderosíssimo. Uma mente que estivesse ligada a ele por certo exerceria um poder fantástico. Mas quando a civilização declinou, quando Panteão do Olimpo deixou de ser considerado Zeus desapareceu com ela, bem como todos os demais deuses que compunham o Olimpo. O mesmo se pode dizer dos deuses de todos os povos. O deus dos cristãos não foge à regra, pois no dia em que outra forma de deus passar a ser aceita a imagem de deus que atualmente se tem ocidente, com certeza será extinta.

    Já dissemos que o povo israelita foi ludibriado por uma força que se intitulava de Jeová, que de forma alguma corresponde ao conceito de deus dos cristãos e de muitos outros grupos religiosos. Na verdade ele é mais uma antítese do deus de outras religiões. Com isso não estamos afirmando que Jeová como ser é o demônio. Na verdade ele é um deus dotado de qualidades que consideramos inferiores, por apresentar características  que refletem aquilo que muitas religiões consideram satânicas. Afirma-se isto porque os deuses das religiões ocidentais é caracterizado por amor, perdão, benevolência, indiscriminação de raças e de cor, e assim por diante, qualidades estas não encontráveis em Jeová tal como descrito na própria Bíblia. Na verdade Jeová é um deus irado, conquistador, com descriminação racial, acatando e até mesmo no passado histórico incitando ódios, vinganças, guerras de conquista como atitudes corriqueiras. No Antigo Testamento e é de estarrecer o comportamento dos israelitas perante os seres humanos incitados por Jeová, chegando a um nível que se enquadra mais como um demônio do que como um deus misericordioso.

    Visto dentro de um contexto histórico, o deus dos Hebreus (Jeová) foi elaborado a partir de qualidades desejáveis pelos hebreus. Justifica-se isso por ser a elaboração de um povo injustiçado, ao qual por milênios de existência tudo fora negado, que somente injustiças recebia de outros povos. Um povo que por mais de uma vez viveu as agruras da escravidão, da exclusão, das opressões, do degredo, e coisas assim. Como tal o povo almejava um deus que os vingasse, que os elegesse como seres eleitos, superiores racialmente, que os cobrisse de benesses compensatórias. Por tudo isto os israelitas não poderiam construir uma imagem diferente daquela que consta no Antigo Testamento. Aquela imagem de a um deus vingativo, punitivo, cruel e sanguinário, na verdade, um deus justiceiro.  

    Não nos cabe afirmar que Jeová seja um demônio como aquele descrito pelas igrejas Cristãs (força negativa), mas sim um egrégora formado a partir do pensamento negativo refletor dos anseios de gerações seguidas. Algo baseado no desejo de uma nação eleita em contraposição a de um povo segregado e vítima de inúmeras injunções de sua história. Como conseqüência, no egrégora que chamaremos Jeová foram incorporadas vinganças, desejo de supremacia, de descriminação e de tudo o mais que para outros povos são características de negatividades.

    Jeová, como egrégora, é composto pelos anseios de punição contra as injustiças, vinganças, rancores, ódios e tudo o mais, resultantes das injunções da história de Israel. Não podemos dizer que Jeová seja satã, mas sim um egrégora composto por vinganças de um povo por toda a opressão que recebeu durante milênios e que refletem conduta que segundo a conceituação das religiões podem ser consideradas demoníacas.

    O que foi dito de Jeová também pode ser dito a respeito de Alá cujos seguidores de Maomé se dividem em grupos. Uns que alimentam um egrégora de vingança, de punição, de ódio, etc., e outros alimentam e fortificam um de respeito, de dignidade, de compaixão e de amor.

    O que revelamos sobre deuses nessa palestra é o mesmo com referência aos demônios, eles surgem, crescem e desaparecem com as civilizações. Na maioria das vezes são egrégoras, apenas.  

    Nessa palestra mostramos natureza de deuses e demônios, mas não negamos a existências dessas duas forças, mas não como são configuradas pelas religiões. Deus como Poder Superior existe independentemente das religiões e das elaborações mentais das pessoas; um Poder real, pleno e absoluto e eterno.



[1] Ver Tema 0.038

 

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DEUS INFINITO PDF Imprimir E-mail
Hermetismo - Deus
Escrito por José Laércio do Egito   
Ter, 18 de Agosto de 2009 10:53
DEUS INFINITO

 

 

“TODO NÚMERO É ZERO DIANTE DO INFINITO” VITOR HUGO

 

 

2 0 0 7 -  3 3 60

T E M A  1. 7 8 5

 

Deus Infinito 

Não tem como se separar Deus, do conceito de Infinito e isso traz muitas implicações que podem se confrontar com ensinamentos da maioria das religiões que atribuem a Deus a condição de absoluto.

As doutrinas religiosas dizem que Deus é absoluto, enquanto as metafísicas dizem o inverso, pois esse termo indica o conter tudo. Absoluto implica em totalidade e totalidade, embora não pareça, implica em haver limites. Á qualquer totalidade cabe acréscimos ou diminuições, a uma totalidade é possível se acrescentar, o que inviabiliza a condição de infinitude. Por outro lado, infinito não pode ter limites, conforme afirma a matemática; a ele nada pode ser retirado ou acrescido. Assim, restam duas condições, ou Deus não é absoluto, ou é absoluto, mas nesse caso não infinito. Se for aceita a segunda hipótese, o Infinito tem que estar acima de Deus e sendo assim o lugar de Deus cabe ao Infinito e não ao Absoluto.

Absoluto é uma totalidade de algo, e qualquer totalidade tem limite. A uma totalidade é possível acréscimo ou diminuição, e isso estabelece uma distinção entre absoluto e infinito. O absoluto não implica na impossibilidade de acréscimos, o infinito sim. pois absoluto pode ser relativo á algo e infinito não. Por exemplo, ao número de pessoas agora existente no mundo, o mundo então é um absoluto numérico no que diz respeito à pessoa, algo limitado ao número de pessoa em um dado momento. Esse número pode aumentar u diminuir, assim sendo o número absoluto de pessoa pode ser alterado de um momento para outro. Num momento o numero absoluto é x e noutro momento pode ser y. Por outro lado, em se tratando de o número infinito de pessoa não caberia aumento nem diminuição. Nesse exemplo vemos a presença de relatividade no tocante ao absoluto, mas não ocorre no que diz respeito ao infinito.

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