José Laércio do Egito

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O CRISTIANISMO PRIMITIVO PDF Imprimir E-mail
Escrito por JLE   
Sex, 23 de Março de 2012 16:28

 

O CRISTIANISMO PRIMITIVO

" NÃO HÁ DIA TÃO LINDO QUE

NÃO TENHA A SUA NOITE".

JOSÉ LAÉRCIO DO EGITO, FRC

1994  -  1976  -  3330

TEMA 0.237

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Inegavelmente o Cristianismo dos primeiros séculos tinha um duplo aspeto: Um esotérico e outro esotérico, portanto havia um ciclo interno em que eram mostrados conhecimentos bem elevados e um ciclo externo em que  os assuntos eram mais de natureza geral e que todos podiam ter acesso a eles, como ainda hoje acontece em muitas doutrinas.

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OS PILARES DA ÁRVORE DA VIDA PDF Imprimir E-mail
Doutrinas - Cabala
Escrito por JLE   
Qua, 07 de Setembro de 2011 03:32

" VONTADE DE DEUS , SIMBOLIZADA PELA LUZ,

BRILHOU EM PARTE ALGUMA E EM TODA PARTE..."

CABALA

Nome do Autor

 

1976  -  3329

 

T E M A 0.0 1 1

Imagem 1

Só houve uma origem, tudo veio do UM, portanto, todas as potencialidades são inerentes ao UM. Esse princípio é simbolicamente representado no Taoísmo por um círculo dentro do qual existe uma senoide dividindo a área em duas metades, uma preta e outra branca, indicando, respectivamente, as trevas e a Luz. Trata-se do Tei-Gi (Ilustração 1), símbolo representativo do TAO. É importante assinalar que na parte branca existe um ponto preto e na parte preta um ponto branco, na luz um ponto de trevas e nas trevas um ponto de luz. Há uma mancha na luz como disse Mˆ G.

A Unicidade se fragmentou (conceito dualístico). No Taoísmo se diz que o Tao se manifestou e logo se desdobrou. No desdobramento do Tao se apresentaram duas naturezas: de um lado o potencial de trevas e no outro o potencial de Luz (Ilustração 1), mas no nível mais elevado ambos os lados eram Um e como manifestação Luz (Ilustração 2). Na Cabala esse processo é chamado de Separação (Ilustração 3).

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A CABALA PDF Imprimir E-mail
Doutrinas - Cabala
Escrito por José Laércio do Egito   
Qua, 07 de Setembro de 2011 03:10

" Com ordem e tempo, descobre-se

o segredo de tudo fazer, e fazer bem"

PITÁGORAS.

Nome do Autor

T E M A 0. 0 1 0

imagem 1

Muitos crêem que a Cabala diz respeito à Tradição Judaica mas, na verdade, ela é muitíssimo mais antiga, pois já na Atlântida ela era normalmente cultivada. Nesse atual ciclo de civilização, muito antes dos Hebreus a utilizarem, ela já era praticada no Antigo Egito, que a havia recebido como parte dos ensinamentos de Thot. Na nossa civilização atual ela foi introduzida pelo Judaísmo que, por isso, muitas vezes se autodenomina de percussor da Cabala. Na verdade, foi durante o cativeiro no Egito que os Hebreus tiveram o primeiro contacto com esse Sistema Iniciático. Eles adaptaram a Cabala ao alfabeto hebraico e colocaram os ensinamentos no contexto religioso. Até a Idade Média os Judeus usavam em vez do clássico desenho da “Árvore da Vida”, o Candelabro de Sete Baços – Themurah – no estudo do desdobramento da Natureza. A nossa cultura ocidental está muito ligada ao Judaísmo, portanto a maior parte dos conhecimentos cabalísticos chegou através dele, e disso decorre a linguagem cabalística empregada ser, em princípio, baseada na língua hebraica.

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